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Primeiro celular que exibe imagens em Braille pode chegar às lojas em 2013

Um novo smartphone, que adapta o Sistema  Braille para exibir fotos e mapas para deficientes visuais, pode chegar ao mercado no final de 2013. Criado por Sumit Dagar, designer que trabalha em conjunto com pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Délhi, o produto transforma imagens em pontos salientes na superfície do aparelho, que podem ser reconhecidos por meio do tato.

Smartphone para deficientes visuais permitira sentir, com a ponta dos dedos, expressões faciais durante chamadas de vídeo. Foto: Sumit Dagar

Smartphone para deficientes visuais permitira sentir, com a ponta dos dedos, expressões faciais durante chamadas de vídeo. Foto: Sumit Dagar

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Avanços tecnológicos ajudam deficientes a se inserir no mercado

Enquanto o mundo celebra as extraordinárias conquistas dos atletas paraolímpicos nos jogos de Londres, portadores de deficiências em todo o mundo enfrentam desafios cada vez mais sérios na luta por espaço no mercado de trabalho.

As dificuldades físicas, aliadas ao preconceito e ignorância, ficam ainda mais difíceis de superar em tempos de recessão econômica.

Muitos acreditam que a tecnologia – que auxiliou tantos atletas durante as Paraolimpíadas – tem um papel importante em permitir que o portador de necessidades especiais brilhe também fora do Parque Olímpico, realizando seu potencial nas mais diversas profissões.

A BBC ouviu alguns dos profissionais trabalhando para isso.

Tecnologia pode liberar força de trabalho, até então, subutilizada, de acordo com Hugh Herr, do MIT (Foto: BBC)

Tecnologia pode liberar força de trabalho, até então, subutilizada, de acordo com Hugh Herr, do MIT (Foto: BBC)

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Software com animação gráfica auxilia alfabetização de crianças autistas

Projeto desenvolvido pela Universidade Federal do Amazonas(Ufam) abre novas perspectivas para inclusão escolar da criança autista. Trata-se da criação de um personagem vitual, uma tartaruga falante que dá dicas de língua portuguesa, auxiliando na alfabetização. Lina é o nome do personagem do software que está sendo desenvolvido.tartaruga-sera-personagem-principal-do-s

Criado pela aluna Alice Neves, o método usado foi o Teacch, sigla em inglês que significa Tratamento e Educação de Crianças Autistas e de Comunicação Relacionados a deficientes físicos método cria e organiza uma agenda com todas as atividades diárias da criança, das mais básicas, como horário para tomar banho até as aulas de português para alfabetização.

A finalização está prevista para maio de 2013 e serão necessários mais três meses de testes com crianças para verificação da aceitação. Somente após essa etapa, o software passará por adaptações a fim de que possa ser acessado em desktop e tablet.

Após ser exposto no 4° Encontro Internacional de Pesquisa em Design, no Rio de Janeiro, o ‘ Lina Educa’ , nome o qual o projeto leva, teve grande procura de pais e terapeutas, que levou os responsáveis a inscrever o projeto no Programa de Tecnologia Assistiva (Viver melhor/Pró-assistir).

Com informações da Fapeam

Fonte:

O Google Street View de cadeira de rodas

Um Google Street View para cadeirantes. É assim que Eduardo Battiston gosta de descrever oAccessibility View, o projeto que ele criou para participar do Creative Sandbox Brief, um concurso do Google para promover boas ideias que envolvam tecnologia. Da mesma forma que o Google Maps indica o melhor caminho a ser percorrido a pé, de carro ou de ônibus, o Accessibility View sugere o itinerário mais seguro a ser percorrido por portadores de deficiência física, considerando os muitos obstáculos que uma cidade sem o mínimo de acessibilidade apresenta, como calçadas estreitas, ruas esburacadas e rampas defeituosas.

Para mapear os melhores trajetos, Eduardo espera contar com a ajuda de membros da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) para percorrer as calçadas de São Paulo com câmeras fotográficas acopladas às cadeiras de rodas e, assim, registrar fotos panorâmicas em 360º graus. Se uma frota de automóveis levou um ano e meio para mapear a cidade para o Google Street View, a estimativa é que o grupo de cadeirantes demore, pelo menos, o dobro desse tempo para executar o mesmo serviço.

Além de dar dicas de trajeto para portadores de necessidades especiais, o Acessibilitiy View também permite a qualquer cidadão, cadeirante ou não, que denuncie, em tempo real, os pontos mais críticos de acessibilidade de sua cidade. O objetivo é alertar as autoridades para a necessidade constante de reparos nas vias públicas. O sonho de Battiston é receber o suporte financeiro do Google – o projeto está orçado em R$ 1 milhão. E, assim que possível, acrescentar um quinto botão – o das cadeiras de rodas – aos quatro já existentes no Google Street View: carro, ônibus, bicicleta e a pé.

 

Fonte: Super Interessante

Neurocientista mostra avanços em projeto para paraplégico andar na Copa

Uma corrida da ciência contra o tempo! Um pesquisador brasileiro quer fazer uma pessoa com paralisia voltar a andar, na abertura da Copa de 2014.

O Fantástico já esteve no laboratório dele há um ano. Agora, em uma nova visita, vimos que os trabalhos avançaram. E a expectativa só aumenta. Será que vai dar?

Contagem regressiva. Faltam exatamente um ano, dois meses e 19 dias. É preciso correr. Mas a ciência costuma andar a passos lentos.

O neurocientista Miguel Nicolelis está numa corrida contra o tempo, e ele mesmo se impôs. Ao ser questionado se isso não seria um pouco anticientífico, ele disse que não.

“Não. Nós sabemos dosar o que é que precisa ser feito a longo prazo e o que pode ser canalizado pra uma demonstração técnica. Nós vamos demonstrar a viabilidade de um conceito, que começou a ser desenvolvido  há 15 anos atrás”, diz Miguel Nicolelis, neurocientista.

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Confira a reação de uma garota surda ao ouvir sua família pela primeira vez

Amy é uma garota de 26 anos que tem deficiência auditiva desde o nascimento. O vídeo que a mostra ouvindo a voz da própria família pela primeira vez, graças a um implante na cóclea, está se tornando um viral.

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Entenda (e experimente) como funciona a mente de um autista

Enquanto sua irmã gêmea se desenvolvia normalmente, o progresso da canadense Carly Fleischmann era lento. Logo foi descoberta a razão: aos dois anos de idade, ela foi diagnosticada com autismo severo. Hoje, Carly é uma adolescente que não consegue falar – mas encontrou outro meio de se comunicar. Aos 11 anos, ela foi até o computador, agitada, e fez algo que deixou toda a sua família perplexa: digitou as palavras DOR e AJUDA e saiu correndo para vomitar no banheiro.

Por Ana Carolina Prado

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