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Atividade de equilibrio

Você tem acompanhado a rotina escolar do seu filho?

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Segundo o Pense (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar) 70% dos brasileiros não supervisionam os deveres de casa das crianças e 40% não sabem o que elas fazem no tempo livre. A pesquisa apontou ainda a exposição de jovens a fatores de risco, como uso de drogas ilícitas, lícitas e a experiência da relação sexual sem o uso de preservativo.
Considero tal pesquisa pertinente, porém, extremamente preocupante tendo em vista o resultado apontado. Em textos anteriores falei da importância da relação primeva entre pais e filhos, mas vale salientar que tal relação deve ser cultivada em todo processo de desenvolvimento do sujeito, assim como uma criança precisa dos pais para crescer, quando cresce precisa dos pais para orientá-la e sobretudo educá-la, filhos precisam de pais que sejam pais.
Isso quer dizer que é preciso estar presente na vida do filho, ensinar certo e errado, saber dizer não diante de manhas, rebeldia e vontades narcisistas, é preciso dialogar, enfim, acompanhar de perto o que seu filho anda fazendo. Não adianta dar um telefone para saber o que ele esta fazendo, é preciso ser presente.
Educação não é uma tarefa exclusiva da escola, a escola complementa a educação de um sujeito, mas é na relação mãe – pai – filho que nos desenvolvemos e nos estruturamos enquanto sujeito, e isso não é delegável.

(Fonte: Jornal Gazeta do Povo)
Editado por Amanda Marilia Leitte

 

 

Cão é flagrado empurrando dono em cadeira de rodas durante enchente

Mesmo considerado o “melhor amigo do homem”, poucos confiam em cães para tarefas muito complicadas, principalmente quando é preciso muita força física. No entanto, um vídeo publicado no YouTube mostra um cachorro ajudando seu dono em um momento de dificuldade.

No flagra, feito em meio a uma rua alagada, o bicho aparece se equilibrando apenas nas patas traseiras e, aparentemente, ajudando a empurrar a cadeira de rodas de um homem. Segundo o “Metro”, não há informações precisas de onde a cena foi captada, mas a pessoa responsável pela gravação fala russo.

Assim que o carro em que se encontra o autor do vídeo diminui de velocidade, o cadeirante acena para os curiosos, com um ar um pouco irritado, como quem diz que não precisa de ajuda. O cão, no entanto, parece gostar do passeio. Ao menos, é possível ver seu rabo abanando na água da enchente.

 

Homem que não se move e nem fala ‘escreve’ livro piscando os olhos

O ex-garçom Ailton Vilela, de 47 anos, não fala e nem se movimenta, mas isso não foi uma barreira para que ele “escrevesse” o livro “A Fabilidade dos Projetos Humanos”. A publicação foi possível porque a irmã e enfermeiras que cuidam dele buscaram um método para ajudá-lo a se comunicar com o piscar dos olhos, pois, conforme a letra que quer dizer, ele pisca. Assim, letra por letra, o livro foi feito.

Livro de 89 páginas foi lançado em Goiânia (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)

Livro de 89 páginas foi lançado em Goiânia (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)

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Receber o aluno com deficiência na sala de aula não significa inclusão

Marina da Silveira Rodrigues Almeida
Sócia-Proprietária do Instituto Inclusão Brasil. Consultora em Educação
Psicóloga Clínica e Educacional , Pedagoga Especialista e Psicopedagoga
Instituto Inclusão Brasil

Receber o aluno com deficiência na sala de aula não significa inclusão, há necessidade do preparo do docente para conhecer o tipo de deficiência e a historia de vida do aluno, sua relação com seus familiares e vice-versa; saber como trabalhar com outros alunos e com suas famílias, é este o contexto que chamamos inclusivo. Não podemos exigir que o professor esteja preparado. Há ainda a necessidade do envolvimento de gestores, da iniciativa pública e privada, de políticas públicas, de investimento na formação dos envolvidos, trabalho que não se restringe apenas aos professores, mas a todos, sem exceção.

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Governo repassa R$ 7 milhões para atendimento de crianças com deficiências

A secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, anunciou nesta terça-feira (23) que 168 entidades sociais que prestam atendimento de crianças e adolescentes com deficiências tiveram seus projetos aprovados. A aprovação irá garantir repasse de cerca de R$ 7 milhões do Fundo Estadual da Infância e Adolescência do Paraná (FIA) para aplicação em atividades de desenvolvimento, compra de equipamentos e reformas e ampliações das unidades.

Os projetos foram analisados pelos técnicos da Secretaria e por membros do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca). “Esta é a primeira vez que o Conselho destina recursos para este fim. É uma conquista que permitirá melhorar o atendimento e garantir de forma mais efetiva os direitos fundamentais previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente”, afirma Fernanda Richa.

A coordenadora Márcia Tavares dos Santos, da Secretaria da Família, explica que o cofinanciamento é reconhecimento pelo trabalho fundamental prestado por essas instituições em todo Paraná. As entidades não governamentais prestam atendimento de estimulação precoce e essencial, escolarização e atendimento terapêutico e profissionalização para crianças e jovens com deficiências.

BALANÇO – Os critérios para concessão dos recursos foram definidos pela Resolução 074/2012 do Cedca. No total foram apresentados 248 projetos, destes foram aprovados 168. Os técnicos analisam mais 27 processos que precisam de adequação e seguirão para análise do Cedca na reunião de maio. Os demais não se enquadraram nas exigências estabelecidas na deliberação.

A Secretaria da Família e Desenvolvimento Social é responsável pela administração dos recursos, formalização de convênios e acompanhamento dos projetos aprovados pelo Conselho. As principais fontes que compõem o FIA são taxas das secretarias da Segurança Pública e da Saúde e doações. As contribuições podem ser descontadas do Imposto de Renda devido por pessoas físicas e jurídicas, em percentuais de 6% e 1%, respectivamente.

Fonte: Jornal de Beltrão

Como abordar o preconceito com as crianças

Um garoto negro, de 6 anos de idade, é retirado à força de um restaurante de São Paulo após ser supostamente confundido com um menino de rua . A cena descreve uma situação recente, ainda sob investigação, e ilustra uma realidade alarmante em um país em que a diversidade – social, étnico-racial, de gêneros, territorial, entre outras – ainda não é compreendida como algo positivo para a sociedade.

Em 2009, uma pesquisa sobre preconceito e discriminação foi realizada pela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) em 501 escolas públicas de 27 estados brasileiros. O estudo, que envolveu alunos, professores e pais, revelou que 99,9% dos entrevistados preferem manter distância de algum grupo social específico. 96,5% dos entrevistados expressaram preconceito com relação a portadores de necessidades especiais, 94,2% têm preconceito étnico-racial, 93,5% de gênero, 87,5% socioeconômico e 87,3% com relação à orientação sexual.

Para a pedagoga Lucimar Rosa Dias, doutora em diversidade étnico-racial e infância e consultora do CEERT – Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdade, os dados são indicadores claros de que o combate a esse quadro depende também de uma ligação sadia entre escola e família. “Não dá para esperar uma sociedade sem preconceito se não há compromisso com isso”, diz. “Educar para a diversidade não tem dia, nem hora. É essencial conversar, mostrar, dizer o que está errado. E nunca subestimar a capacidade de compreensão da criança”, completa.

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