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Você tem acompanhado a rotina escolar do seu filho?

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Segundo o Pense (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar) 70% dos brasileiros não supervisionam os deveres de casa das crianças e 40% não sabem o que elas fazem no tempo livre. A pesquisa apontou ainda a exposição de jovens a fatores de risco, como uso de drogas ilícitas, lícitas e a experiência da relação sexual sem o uso de preservativo.
Considero tal pesquisa pertinente, porém, extremamente preocupante tendo em vista o resultado apontado. Em textos anteriores falei da importância da relação primeva entre pais e filhos, mas vale salientar que tal relação deve ser cultivada em todo processo de desenvolvimento do sujeito, assim como uma criança precisa dos pais para crescer, quando cresce precisa dos pais para orientá-la e sobretudo educá-la, filhos precisam de pais que sejam pais.
Isso quer dizer que é preciso estar presente na vida do filho, ensinar certo e errado, saber dizer não diante de manhas, rebeldia e vontades narcisistas, é preciso dialogar, enfim, acompanhar de perto o que seu filho anda fazendo. Não adianta dar um telefone para saber o que ele esta fazendo, é preciso ser presente.
Educação não é uma tarefa exclusiva da escola, a escola complementa a educação de um sujeito, mas é na relação mãe – pai – filho que nos desenvolvemos e nos estruturamos enquanto sujeito, e isso não é delegável.

(Fonte: Jornal Gazeta do Povo)
Editado por Amanda Marilia Leitte

 

 

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IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM

Os jogos têm como objetivo promover o desenvolvimento em todas as áreas do conhecimento, resgantando o prazer pelo aprender.

Diante de teorias fundamentadas de Piaget (1996) e Vigotsky (1987), podemos dizer que os jogos, brinquedos e brincadeiras e sua relação com o desenvolvimento e a aprendizagem, há muito tempo, vêm sendo explorados no campo científico, como um processo auxiliador no desenvolvimento cognitivo da criança.

O brincar desperta a imaginação, abrindo novas possibilidades de aprendizagem, pois, neste estágio, a criança tem liberdade de criar, imaginar e é por meio da ludicidade que a criança exterioriza seus anseios e imita o mundo dos adultos. Ao fazer de conta, ela desenvolve a imaginação, idealizando um mundo real ao criar situações. Os jogos e as brincadeiras são estratégias metodológicas que proporcionam uma aprendizagem concreta por meio de atividades prática

Trabalhando com os blocos lógicos …

OBJETIVOS:

– Identificar as figuras geométricas disponíveis.

– Caracterizar as formas geométricas de acordo com seus atributos: cor,

forma, tamanho.

– Comparar e contrastar semelhanças entre as peças.

 

Ganhar e perder

JOGO DOMINÓ

Ganhar e perder
Os alunos jogam uns contra os outros, mas nem sempre têm consciência da competição. “Ainda não é claro que, para um ganhar, outro deve perder. A percepção de que existe um vencedor vem aos poucos, e o professor deve intervir apenas questionando sobre o objetivo do jogo e se os alunos chegaram a ele. Quando a criança passa a identificar a vitória e a derrota, outras questões se colocam. É natural que ela queira ganhar e, para que isso aconteça, fatores como sorte, habilidades específicas e estratégia entram em cena. Introduzir jogos que demandem diferentes capacidades (domínio do raciocínio matemático, conhecimento do alfabeto, desenvolvimento motor etc.) é importante, pois os pequenos notam que há aqueles em que vencem com mais facilidade e outros que não dominam tão bem. Ao perceber a condição de ganhador e perdedor como transitória, fica mais fácil aceitar a derrota e, no caso de vitória, não desrespeitar quem perdeu. ”

Fonte:

 

À PESSOA COM DEFICIÊNCIA

images À PESSOA COM DEFICIÊNCIA
Deficiências
“Deficiente” é aquele que não consegue
modificar sua vida, aceitando as
imposições de outras pessoas ou da
sociedade em que vive, sem ter consciência
de que é dono do seu destino.
“Louco” é quem não procura ser feliz.
“Cego” é aquele que não vê seu próximo
morrer de frio, de fome, de miséria.
“Surdo” é aquele que não tem tempo de
ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo
de um irmão.
“Mudo” é aquele que não consegue falar o
que sente e se esconde por trás da máscara
da hipocrisia.
“Paralítico” é quem não consegue andar na
direção daqueles que precisam de sua
ajuda.
“Diabético” é quem não consegue ser doce.
“Anão” é quem não sabe deixar o amor
crescer.
“Miseráveis” são todos que não conseguem
falar com Deus.
Renata Vilella

Trabalhando o seu nome

Objetivos:

– Possibilitar o acesso ao conhecimento da leitura e da escrita através de atividades com o nome, estimulando a oralidade do aluno.

– Criar condições para que o aluno compreenda a leitura e seus significados, através de  atividade com o nome.

-A construção da escrita do nome constitui-se para o ser humano uma necessidade básica. O nome da pessoa está sempre nas suas primeiras manifestações da escrita. As crianças que estão se alfabetizando podem e devem aprender muitas coisas a partir do trabalho com os nome próprio.

Segue algumas fotos da conquista dos trabalhos desenvolvido com o aluno.

Nunca diga nunca

Nunca digas nunca,
a vida não foi feita para desistir,
mas para lutar…
Lutar e prosseguir!

Beatriz