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Brincadeira cama de gato

Atividade que desenvolve a destreza do aluno são 16 passos. Muito legal vale a pena tentar. E os alunos adoraram .

Fonte: Brincadeira de quando eu era criança

Site orienta sobre fala de crianças entre 0 e 7 anos

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O site “Fonoaudiologia e Pediatria”, desenvolvido pela pesquisadora Aline Martins, reúne textos, vídeos e ilustrações que explicam o desenvolvimento da comunicação em crianças entre 0 e 7 anos.

Criado durante o mestrado de Aline Martins, o site oferece orientação para pediatras, educadores, profissionais de saúde e pais. Intitulada “Telessaúde: Ambiente Virtual de Aprendizagem em aquisição e desenvolvimento da linguagem infantil”, a dissertação foi defendida na Faculdade de Odontologia da USP, em Bauru.

O site foi avaliado por 63 fonoaudiólogos, nos aspectos técnico e de conteúdo, e recebeu 5.046 visitas do Brasil e de outros países, entre setembro e dezembro de 2012. Atualmente está aberto ao público, e também apresenta as fases da infância propícias a alterações da fala, além de informações sobre prevenção destas alterações.

Aline Martins ressalta a importância de profissionais da área de saúde e educadores conhecerem o processo de desenvolvimento da fala. “Os profissionais que acompanham a saúde e desenvolvimento criança de forma sistemática nos primeiros aos de vida são fundamentais no processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem”.

Fonte: Universidade de São Paulo.

Você tem acompanhado a rotina escolar do seu filho?

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Segundo o Pense (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar) 70% dos brasileiros não supervisionam os deveres de casa das crianças e 40% não sabem o que elas fazem no tempo livre. A pesquisa apontou ainda a exposição de jovens a fatores de risco, como uso de drogas ilícitas, lícitas e a experiência da relação sexual sem o uso de preservativo.
Considero tal pesquisa pertinente, porém, extremamente preocupante tendo em vista o resultado apontado. Em textos anteriores falei da importância da relação primeva entre pais e filhos, mas vale salientar que tal relação deve ser cultivada em todo processo de desenvolvimento do sujeito, assim como uma criança precisa dos pais para crescer, quando cresce precisa dos pais para orientá-la e sobretudo educá-la, filhos precisam de pais que sejam pais.
Isso quer dizer que é preciso estar presente na vida do filho, ensinar certo e errado, saber dizer não diante de manhas, rebeldia e vontades narcisistas, é preciso dialogar, enfim, acompanhar de perto o que seu filho anda fazendo. Não adianta dar um telefone para saber o que ele esta fazendo, é preciso ser presente.
Educação não é uma tarefa exclusiva da escola, a escola complementa a educação de um sujeito, mas é na relação mãe – pai – filho que nos desenvolvemos e nos estruturamos enquanto sujeito, e isso não é delegável.

(Fonte: Jornal Gazeta do Povo)
Editado por Amanda Marilia Leitte

 

 

As duas mães de Valentina: a mãe e a avó

Valentina, serelepe, espera a reportagem no jardim. A casa fica em uma travessa charmosa da região central de Socorro, que permite o acesso de pedestres a uma passarela sobre o Rio do Peixe. É um cantinho com calçadas revestidas de grama, canteiros, palmeiras imensas. E casas amplas, bem antigas. E, neste Dia das Mães, a menina de 5 anos é a grande atração do pedaço. Ela vai participar de um almoço inesquecível, ao lado da avó Laurinda e da mãe, Maria Gabriela, que, por sinal, é portadora da síndrome de Down.

O nascimento da garotinha mobilizou jornalistas de todo canto no final da década passada. Afinal de contas, a gravidez de uma pessoa com comprometimento mental já era um fato raro. O mais inusitado da situação, no entanto, é que o pai, Fábio, também apresentava necessidades especiais, decorrente do parto complicado. E a cidade inteira estava preocupada de imaginar como seria o futuro da menina. O registro do nascimento emperrou no cartório, com a justificativa de que Fábio não tinha discernimento necessário para se declarar o pai. Mas o tempo passou e os pessimistas de plantão se surpreenderam.

Foto: Dominique Torquato/ AAN  Laurinda, Valentina e Gabriela posam juntas para foto em família

Foto: Dominique Torquato/ AAN
Laurinda, Valentina e Gabriela posam juntas para foto em família

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Mãe participando do atendimento com filho

Pai Capta Universo Particular do Filho Autista em Projeto Fotográfico Extremamente Tocante

Recentemente, um pai destacou-se na internet por retratar seu filho autista.

O responsável por tão belo resultado, que até virou um livro, é Timothy Archibald. O autismo sempre foi um tema bastante tratado na ficção – como no filme Rain Man -, pois sempre gera profundas reflexões devido às circunstâncias dos difíceis, mas sublimes personagens. Inclusive, há alguns dias assisti uma entrevista no Jô com o Zé Wilker e a Fernanda Paes Leme. Entre vários assuntos, eles falaram sobre a peça que adapta o filme já citado, “Rain Man”, ao qual Marcelo Cerrado é o protagonista, Fernanda interpreta uma personagem e Wilker dirige.

E, no caso, a entrevista foi bastante interessante, pois o próprio Jô possui um filho autista. Aliás, em um determinado momento, o apresentador conta uma história onde ele e o Rafinha [seu filho] foram à livraria. Lá, o Rafinha selecionou 20 livros e levou ao pai, para comprar todos. O apresentador, no caso, disse que 20 era muita coisa. Que ele selecionasse pelo menos 10 – pois é, você está aí sonhando em ir à livraria com o Jô -. Rafinha larga todos os exemplares e diz algo como “Então não quero. Porque escolher sempre é perder”.

Envoltos em seu próprio mundo, que dialogam com o nosso quando lhes é desejável, são seres humanes extremamente peculiares, que causam um misto de desespero e paixão, como aponta o próprio fotógrafo.

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Receber o aluno com deficiência na sala de aula não significa inclusão

Marina da Silveira Rodrigues Almeida
Sócia-Proprietária do Instituto Inclusão Brasil. Consultora em Educação
Psicóloga Clínica e Educacional , Pedagoga Especialista e Psicopedagoga
Instituto Inclusão Brasil

Receber o aluno com deficiência na sala de aula não significa inclusão, há necessidade do preparo do docente para conhecer o tipo de deficiência e a historia de vida do aluno, sua relação com seus familiares e vice-versa; saber como trabalhar com outros alunos e com suas famílias, é este o contexto que chamamos inclusivo. Não podemos exigir que o professor esteja preparado. Há ainda a necessidade do envolvimento de gestores, da iniciativa pública e privada, de políticas públicas, de investimento na formação dos envolvidos, trabalho que não se restringe apenas aos professores, mas a todos, sem exceção.

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