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Cinderela Surda e Rapunzel Surda

Os livros Cinderela Surda e Rapunzel Surda são os primeiros livros de literatura infantil do Brasil escritos em língua de sinais (SignWriting), além de serem versões dos tradicionais contos que inserem elementos da cultura e identidade surda. Essas releituras inéditas das histórias são acompanhadas da escrita de sinais, ilustrações e uma versão em português. Voltadas para o público surdo infantil, as obras são o resultado da pesquisa desenvolvida por Lodenir Becker Karnopp, Caroline Hessel e Fabiano Rosa, intitulada “Letramento e surdez: uma abordagem lingüística e cultural”. O objetivo principal das edições é divulgar a língua escrita de sinais e incentivar as escolas a implantar essa disciplina.

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Confira a reação de uma garota surda ao ouvir sua família pela primeira vez

Amy é uma garota de 26 anos que tem deficiência auditiva desde o nascimento. O vídeo que a mostra ouvindo a voz da própria família pela primeira vez, graças a um implante na cóclea, está se tornando um viral.

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Koe no Katachi

“Koe no Katachi”, que pode ser traduzido como “A Forma da Voz”, é um mangá (história de quadrinhos japonesa), escrito por Yoshitaka Ooima e conta a história de  uma classe do ensino fundamental que aceita a aluna Nishimiya Shouko, uma menina com deficiência auditiva. Porém nem tudo é tão feliz quanto parece na nova escola. Embora este one-shot tenha ganhado o 80° prêmio de Melhor Mangaká Novato da revista “Weekly Shounen Magazine”, da editora Kodasha, o vetor do conteúdo tornou difícil para publicação em qualquer revista de mangá, até que foi apanhado, depois de meses de disputa legal, pela edição de fevereiro da revista “Bessatsu Shounen Magazine”, onde obteve o primeiro lugar apesar de ser um one-shot. Este one-shot foi recentemente divulgado novamente na 12 ª edição de 2013 da “Weekly Shounen Magazine”.

Koe o Katachi foi considerado muito polêmico, pois é um reflexo do sistema escolar japonês. Felizmente, a Kodansha teve a coragem de dizer: “Você sabe o que é, esta história tem que ser contada e temos esse talento para brilhar.” A melhor parte, no final da história sugere que as vozes das pessoas precisam ser ouvidas e compreendidas. Temos que olhar além de quaisquer estereótipos que possamos ter e ouvir. Isso faz você perceber que um monte de pessoas neste mundo se concentram em nada além de falar, falar, falar. No entanto, pelo ouvir e escutar outras perspectivas de seus colegas, podem crescer e se tornar mais compreensíveis.

E para quem quiser saber mais a respeito, aqui tem uma matéria bem interessante sobre Koe no Katachi, porém está em inglês.

E para quem estiver interessado em ler Koe no Katachi, aqui estão alguns links para leitura online e download (E gostaria de agradecer ao RFrancisco por ter me indicado os links):

Leitura Online

Download

"Eu sou surda"

“Eu sou surda”

Dia do Surdo – 26 de Setembro

Dia 26 de setembro, é Dia Nacional dos Surdos. A data comemora a criação, em 1857, do Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) e é oportunidade para lembrar as lutas e conquistas das pessoas surdas no Brasil. Organizado pelo Movimento Surdo em Favor da Educação e Cultura Surda, o mês Setembro Azul busca promover a mobilização da sociedade brasileira para a reformulação do  Plano Nacional de Educação e a implementação de escolas bilíngues para surdos em todo o país.

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Jovem escuta primeiro som aos 23 anos e quer conhecer músicas

Imagine que o mundo ao seu redor, com toda a barulheira que o acompanha, de repente fizesse o mais profundo silêncio. Ou mais ainda: imagine que o mundo sempre esteve em silêncio. E, finalmente, você liga um aparelho que leva sons aos seus ouvidos pela primeira vez.

Austin Chapman tem 23 anos e nasceu surdo. Um mês atrás, ele pôs um aparelho que lhe permite ouvir quase perfeitamente. “A primeira coisa que eu escutei foi o som de meus pés se arrastando no tapete. Isso foi a primeira coisa que eu escutei e eu fiquei assustado. Eu podia ouvir a minha própria voz, eu fiquei impressionado. Pensei: ‘Então é assim que é minha voz’. Também fiquei maravilhado com a voz de meus amigos”, conta.

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Menina que nasceu sem nervos auditivos aprende a falar após ganhar ouvido biônico

Emilly Small conta que dizia diariamente à filha pequena Evie que a amava, ao longo de 22 meses, mas a criança jamais ouviu a voz da mãe. Evie nasceu com surdez profunda, mas só aos 16 meses de idade é que testes revelaram que ela não contava com o nervo auditivo, o que significava que sua única chance de vir a escutar só se daria com um implante de tronco encefálico, um tipo de ouvido biônico capaz de restaurar a audição em casos extremos de surdez.

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O momento emocionante que um bebê surdo ouve a voz de sua mãe pela primeira vez

O garoto Jonathan nasceu surdo e agora, aos oito meses de idade, foi submetido a uma cirurgia de implante coclear para que pudesse ouvir. Segundos antes de colocar o implante em funcionamento, o bebê descansa quietinho nos braços da mãe. Então o implante é ativado e Jonathan ouve entre alegre e maravilhado a voz que sempre o acompanhou.

Foi o próprio pai que filmou o emocionante momento do garoto ouvindo pela primeira vez. Um sorriso incrédulo de expressão de maravilha e alegria na face do bebê quando a mãe pergunta: – “Você ouviu isto, Jonathan?”

Os implantes cocleares são dispositivos eletrônicos cirurgicamente implantados que dão a sensação de som a alguém que é profundamente surdo. As crianças mais velhas e adultos que ainda recebem o dispositivo precisam de terapia para aprender a processar sons, mas os bebês como Jonathan em geral desenvolvem a fala a uma taxa normal.