Arquivo da categoria: Artigos

TÉCNICA DA ANTECIPAÇÃO PARA DIMINUIR ANSIEDADE DE CRIANÇAS AUTISTAS

Crianças com autismo possuem um modo particular de processar informações: diante de um fato novo, elas buscam em sua mente alguma imagem correspondente a ele. Se já tiverem se deparado em este fato anteriormente, ao menos uma imagem será encontrada, e elas ficarão tranquilas porque sabem que estão diante de algo pelo qual já passaram antes.Ansiedade-cópidda
Caso a situação seja nova, entretanto, não encontrarão nenhuma imagem em suas mentes, e por ficarão ansiosas e incomodadas. Uma forma de evitar que o desconforto surja é oferecer-lhes imagens daquilo que elas ainda não conhecem para seu repertório mental. Trata-se de uma forma de antecipar a novidade, para que quando ela ocorra de fato a criança já esteja familiarizada e preparada para lidar com ela.
O recurso da antecipação pode ser usado quando a criança passará por alguma mudança de ambiente, seja por motivo de viagem, visita a parentes e amigos, ou mesmo troca de residência ou de escola.
Mostrar a ela uma fotografia do local, explicando com detalhes o que acontecerá lá – se chegará de carro ou a pé, se tocará a campainha, quem irá atender, o que fará ao entrar no local, as pessoas que deverá encontrar – é também uma forma de explicar-lhe qual é o comportamento esperado dela.
A estratégia pode ser bastante útil na escola, sobretudo naquelas onde as crianças tendem a fazer cada atividade em uma sala diferente, o que pode confundir e perturbar a criança com autismo. Para facilitar e otimizar seu tempo, o professor pode utilizar sinais e senhas em vez de descrever detalhadamente uma imagem. Um exemplo dessa tática é habituar-se a mostrar à criança um cartão com a cor da sala – ou da porta, de uma cortina –  onde será desenvolvida a atividade a seguir, por exemplo, antes de levá-la ao local.
Ações rotineiras, mas que não fazem parte do dia-a-dia da criança, como cortar os cabelos em um salão, também podem ser mais tranquilas quando se usa a antecipação. A criança pode ficar incomodada com o ruído do salão ou mesmo com a sensação dos cabelos caindo ao seu redor. Mostrar a ela fotografias de cabelos, tesouras, ou, de preferência, do próprio salão, durante alguns dias antes, ajudará a lembrá-la que o único objetivo daquela visita é ganhar um novo corte de cabelos, o que diminuirá sua ansiedade em relação ao que acontece ao seu redor.
 Fonte: Desafiando el autismo.
Anúncios

>> Gestão Escolar> Gestão da aprendizagem> Formação de professores A experiência de Matheus, um aluno autista, na escola

Conheça a história de Matheus Santana da Silva, 14 anos, autista. Ele estuda em uma turma regular de escola pública em São Paulo desde a 1a série.

 

Fonte: Revista Escola

Superdotação

Podemos considerar superdotados os sujeitos que, numa aplicação de testes, superam a maioria das pessoas inseridas nesse mesmo grupo, sendo por idade ou por nível de formação, os conhecidos testes de QI – quociente de inteligência.

O teste de QI foi proposto em 1912, por Wilhelm Stern, que conseguia identificar o nível mental do sujeito através da divisão de sua idade mental pela idade cronológica.

Alguns anos depois, Lewis Madison Terman sugeriu que o resultado da divisão fosse multiplicado por cem, a fim de facilitar a pontuação obtida – antes em números decimais.

Lewis criou uma tabela de QI diante da qual os resultados eram analisados, identificando o nível de inteligência da pessoa avaliada. Segundo ele, a normalidade intelectual aparece entre os resultados de 90 a 109 pontos. Abaixo estão as limitações, assim como os índices acima fazem referência a pessoas com inteligência em excesso. A genialidade aparece quando o resultado ultrapassa o valor de 140 pontos.

Nas escolas, é comum aparecer alunos que manifestam um índice de inteligência acima da média da turma, mas nem sempre isso indica que o aluno seja um superdotado.

385211-Crianças-superdotadas-como-identificar-2

Leia o resto deste post

Você tem acompanhado a rotina escolar do seu filho?

968794_350714498364656_922627210_n

Segundo o Pense (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar) 70% dos brasileiros não supervisionam os deveres de casa das crianças e 40% não sabem o que elas fazem no tempo livre. A pesquisa apontou ainda a exposição de jovens a fatores de risco, como uso de drogas ilícitas, lícitas e a experiência da relação sexual sem o uso de preservativo.
Considero tal pesquisa pertinente, porém, extremamente preocupante tendo em vista o resultado apontado. Em textos anteriores falei da importância da relação primeva entre pais e filhos, mas vale salientar que tal relação deve ser cultivada em todo processo de desenvolvimento do sujeito, assim como uma criança precisa dos pais para crescer, quando cresce precisa dos pais para orientá-la e sobretudo educá-la, filhos precisam de pais que sejam pais.
Isso quer dizer que é preciso estar presente na vida do filho, ensinar certo e errado, saber dizer não diante de manhas, rebeldia e vontades narcisistas, é preciso dialogar, enfim, acompanhar de perto o que seu filho anda fazendo. Não adianta dar um telefone para saber o que ele esta fazendo, é preciso ser presente.
Educação não é uma tarefa exclusiva da escola, a escola complementa a educação de um sujeito, mas é na relação mãe – pai – filho que nos desenvolvemos e nos estruturamos enquanto sujeito, e isso não é delegável.

(Fonte: Jornal Gazeta do Povo)
Editado por Amanda Marilia Leitte

 

 

Arquiteto cria lavanderia acessível a cadeirante na Casa Cor

A lavanderia criada pelo arquiteto Alan Vaz Mascarenhas para a Casa Cor deste ano de 2013 foi projetada para um artista plástico que é cadeirante. O espaço também é usado como ateliê pelo personagem e traz propostas inovadoras de acessibilidade, aliada ao design funcional.

lavanderia1

Leia o resto deste post

Cão é flagrado empurrando dono em cadeira de rodas durante enchente

Mesmo considerado o “melhor amigo do homem”, poucos confiam em cães para tarefas muito complicadas, principalmente quando é preciso muita força física. No entanto, um vídeo publicado no YouTube mostra um cachorro ajudando seu dono em um momento de dificuldade.

No flagra, feito em meio a uma rua alagada, o bicho aparece se equilibrando apenas nas patas traseiras e, aparentemente, ajudando a empurrar a cadeira de rodas de um homem. Segundo o “Metro”, não há informações precisas de onde a cena foi captada, mas a pessoa responsável pela gravação fala russo.

Assim que o carro em que se encontra o autor do vídeo diminui de velocidade, o cadeirante acena para os curiosos, com um ar um pouco irritado, como quem diz que não precisa de ajuda. O cão, no entanto, parece gostar do passeio. Ao menos, é possível ver seu rabo abanando na água da enchente.

 

Doença Rara

Doença Rara

O menino Vitor tem uma doença neurodegenerativa genética rara – e até hoje sem tratamento oficial e sem cura. A falta de uma enzima em seu corpo provoca a morte celular. Com isso, o menino foi perdendo a capacidade de falar, de andar sozinho, de entender. Diagnosticado aos 10 anos de idade, tinha expectativa de mais oito meses de vida. Inconformado, Adolfo foi pesquisar a doença do filho na biblioteca da UFPR. Depois de um ano pesquisando, descobriu que a tal enzima era usada na fabricação de sorvetes na década de 50. Escreveu para vários laboratórios, até que conseguiu uma amostra. Levou a uma farmácia, que criou uma fórmula “experimental” e passou a dar para o menino na esperança de não vê-lo morrer tão jovem. E deu certo. Na época (há 10 anos), ninguém acreditou que daria certo. Mas dez anos se passaram, o menino não morreu e mais que isso – a doença está evoluindo de forma menos veloz do que seria o tradicional, contrariando a literatura médica. Assim, um pesquisador da UFRGS decidiu estudar o caso cientificamente para avaliar se esse medicamento é realmente eficaz no tratamento da doença.// Curitiba – Pr. 18/07/2012. // Na foto O Engenheiro Adolfo Celso Guidi com seu filho Vitor Giovani Thomaz Guidi, de 23 anos, com sua cadeira de rodas adaptada a sua moto.// Foto Denis Ferreira Netto.533212_491562497538442_1693920067_n

 

FONTE: Adolfo Celso Guidi.