Dislexia ou Dificuldades de Aprendizagem? Definição, Diagnóstico e Intervenção

O que é a Dislexia?

Por: João Pereira

O termo dislexia é usado como significado de dificuldade específica de leitura, pertencendo, portanto, à tipologia das Dificuldades de Aprendizagem – DA, uma categoria específica de Necessidades Educativas Especiais – NEE. Este grupo de alunos, embora não beneficiando de adequações curriculares significativas, consubstanciadas em currículos alternativos ou próprios, tem direito a adequações curriculares que não prejudiquem o cumprimento dos objetivos gerais do Ciclo, ou seja, adaptações que seguem o currículo normal e não podem pôr em causa as medidas do regime educativo comum. Tais adequações são introduzidas no Projeto Curricular de Turma com o objectivo do professor/professores da turma adequarem as suas práticas à realidade da turma que lhes é atribuída e, na medida em que o sucesso só pode ser levado a bom termo desde que sejam introduzidas no sistema as modificações apropriadas, proporcionarem um atendimento adequado a todos os alunos no ambiente da escola regular.


A elevada taxa de insucesso escolar (refletida na retenção ou mesmo na progressão com conhecimentos mal sucedidos) denota a frequência das dificuldades de aprendizagem, estas intimamente ligadas às dificuldades da leitura, uma vez que a leitura é o meio para alcançar outras aprendizagens. No entanto, a dislexia, ou dificuldade específica de leitura, é específica de indivíduos com uma inteligência normal ou até mesmo superior, sem problemas neurológicos ou físicos evidentes, que não apresentam problemas emocionais ou sociais, que não provêm de meios socioeconômico-culturais desfavorecidos e que não foram submetidos a processos de ensino inapropriados. Outras crianças/jovens há que apresentam o mesmo tipo de erros na leitura de palavras, mas cujo nível de funcionamento intelectual se revela inferior à média. Estes indivíduos, em termos de Necessidades Educativas Especiais, não pertencem ao grupo das Dificuldades de Aprendizagem.

Quando e Como se Revela a Dislexia?


A dificuldade em aprender a ler e a escrever associa-se habitualmente a um início tardio do desenvolvimento da linguagem ao nível fonológico, articulatório e de fluidez, com uma lenta progressão em tarefas iniciais de leitura e de soletração, mas também com problemas de linguagem manifestos, tanto na leitura como na escrita. É por volta dos 3 a 6 meses que se começam a desenvolver capacidades singulares mas também a problemática da dislexia, daí a importância dos pais em todo o processo de desenvolvimento sadio da criança. No entanto, só com a persistência no erro, ao nível da leitura e da ortografia, sobretudo ao longo dos três primeiros anos de escolaridade (6 a 8 anos de idade), permitem um diagnóstico que, por sua vez, possibilita a planificação de estratégias e atividades para ajudar a criança a superar as suas dificuldades de leitura.

Sinais Reveladores de Dislexia

*Características Gerais


– Aluno aparentemente brilhante, inteligência superior à média, exprime-se bem na oralidade, mas é incapaz de ler, de escrever ao nível do seu ano;
– Conhecido como preguiçoso, pouco cuidadoso, imaturo, “falta de trabalho” ou “problemas de comportamento”;
– As suas dificuldades não são suficientes para lhe ser implementado um currículo próprio ou alternativo;
– Bom QI mas tem níveis negativos nas avaliações. Tem mais facilidade na oralidade do que na escrita;
– Julga-se incapaz. Fraca auto-estima. Dissimula as suas fraquezas graças a estratégias de compensação engenhosas;
– Nível de frustração e de stress elevado face a leitura e testes;
– Dotado para as artes, o teatro, a música, o desporto, os negócios, o design, a construção ou as profissões ligadas às engenharias;
– Dispersa-se muitas vezes no mundo dos sonhos. Perde-se com facilidade e não tem noção do tempo que passa;
– Tem dificuldades em estar atento. Pode parecer hiperativo ou ausente;
– Aprende mais facilmente através da manipulação, das demonstrações, da experimentação, da observação e dos suportes visuais.

*Ao Nível da Visão, Leitura e Ortografia


– Queixa-se de vertigens, de dor de cabeça ou de barriga quando lê;
– Desorientado pelas letras, os números, as palavras, as sequências ou as explicações orais;
– Quando lê ou escreve, faz omissões, substituições, repetições, adições, transposições e inversões de letras, de números e/ou de palavras;
– Queixa-se de sentir ou ver movimentos não existentes quando lê ou escreve;
– Dá a impressão de ter problemas de visão não confirmados pelo oftalmologista;
– Excelente visão e muito observador ou então falta de visão binocular ou periférica;
– Lê e relê, tendo dificuldade em compreender.

*Ao Nível da Audição e Linguagem


– Hipersensibilidade auditiva. Ouve coisas que não foram ditas ou não perceptíveis pelos outros. Distrai-se facilmente com barulho;
– Dificuldade em formular o seu pensamento. Exprime-se com frases telegráficas. Não termina as suas frases, gagueja quando está sob pressão;
– Tem dificuldade em pronunciar as palavras complexas, mistura as frases, as palavras e as sílabas quando fala.

*Ao Nível do Grafismo e Motricidade


– Tem dificuldade em escrever e copiar. Segura o lápis de forma pouco habitual. Escrita irregular ou ilegível;
– Desajeitado, mal coordenado, pouco hábil nos jogos de bola ou desportos de equipa. Dificuldades nas tarefas de motricidade fina ou grossa. Sujeito aos enjoos nos transportes;
– Pode ser ambidextro e confundir muitas vezes a direita e a esquerda, ou por baixo e por cima.

*Ao Nível da Matemática e da Gestão do Tempo


– Tem dificuldade em ler as horas, em gerir o seu tempo, em integrar a informação ou as tarefas com sequências e em chegar a horas;
– Para contar necessita dos seus dedos ou de outros “acessórios”. Conhece a resposta mas não sabe apresentá-la por escrito;
– Sabe contar mas tem dificuldade em contar objetos e em contar dinheiro;
– É bom na aritmética mas com dificuldade na resolução de problemas. Bloqueia ao nível da álgebra e ao nível da matemática a níveis superiores.

*Ao Nível da Memória e Cognição


– Excelente memória a longo prazo para as experiências pessoais, os lugares e os rostos;
– Memória fraca para as sequências, os factos e as informações que não foram experimentadas pessoalmente;
– Pensa essencialmente através de imagens e não em sons nem palavras (pouco diálogo interno).

*Ao Nível do Comportamento, Saúde, Desenvolvimento e Personalidade


– Extremamente desarrumado ou então maníaco da ordem;
– Tanto pode ser o bobo da sala, o causador da desordem, como pode ser demasiado discreto;
– Foi precoce ou, pelo contrário, atrasado nas etapas do seu desenvolvimento (andar de gatas, andar, falar…);
– Sujeito a otites e a alergias;
– Pode ser um dorminhoco ou, pelo contrário, ter o sono leve. Enuresia;
– Um sentido elevado de justiça. Muito sensível, perfeccionista;
– Os erros e os sintomas aumentam de forma significativa sob o efeito da pressão de incerteza, do tempo, do stress e do cansaço.

*Intervenção em Contexto de Sala de Aula


A criança com dislexia mostra-se insegura ou excessivamente vaidosa e, em consequência do seu problema escolar, exibe uma atenção instável – consequência da fadiga que advém do empenho na superação das dificuldades perceptivas – e um grande desinteresse pelo estudo, dado que, geralmente, o rendimento e as classificações provocam falta de motivação e de curiosidade.

Que estratégias e atividades poderão os professores dos 1.º, 2.º e 3.º Ciclos usar para ajudarem a criança/jovem com dislexia a superar as suas dificuldades de leitura?

*Língua Materna


Quando o aluno
A nível da leitura silenciosa, sabe dar informações e resumir o texto lido;
Mas… lê atentamente, troca os sons, esquece-se das palavras, o que o leva a não compreender o texto; é penalizado devido à sua memória imediata e apresenta dificuldades na descodificação;
A nível da leitura expressiva, lê oralmente com expressividade;
Mas… luta contra as inversões, as omissões, as confusões, os sons complexos, as linhas que saltam (…); fica bloqueado quando é perturbado pela emoção (os mecanismos de compensação serão mais aparentes e portanto mais incomodativos, prejudicando assim a fluidez da leitura e logo impedindo a compreensão do texto).

O professor deve
– No primeiro ano, fazer muitos exercícios de repetição ou discriminação de sílabas sem significada (pseudopalavras), de consoantes próximas (chá/já; fá/vá; pá/bá…);
– Diminuir o comprimento dos textos;
– Propor questões intermédias;
– Pedir-lhe para resumir um parágrafo mais curto;
– Se na ficha/teste de avaliação teve dificuldade em responder às questões, verificar oralmente se compreendeu ou não o texto;
– Se não compreendeu, a sua dificuldade de compreensão é ao nível da leitura;
– Se compreendeu, a sua dificuldade é na transcrição para a escrita;
– Reduzir a velocidade de leitura em voz alta (a velocidade aumenta consideravelmente os erros nas crianças disléxicas);
– Não obrigar a ler em voz alta em presença de outros alunos;
– Deixá-lo seguir a leitura com o dedo ou outro auxiliar;
– Ler os sons complexos ao mesmo tempo que ele e fazê-lo repetir;
– Verificar a compreensão do texto lido;
– No primeiro ano, ensinar as grafias muito próximas (on/ou; m/n; p/b…), com alguns dias de intervalo.

*Ortografia


Quando o aluno
Faz ditado de palavras, de frases;
Mas… confunde os sons e o sentido; mesmo que conheça as regras de ortografia, tem dúvidas e quando as vai aplicar já não sabe…; sabe ler e compreender um texto, mas ao reproduzi-lo confunde, esquece-se de letras, de sílabas e palavras, perde-se em relação à linha onde está, volta atrás e escreve duas vezes a mesma coisa; o tempo que demora a voltar ao texto leva a que esqueça o que já escreveu; a cópia é um exercício muito difícil.

O professor deve
– Só deverá considerar os erros ortográficos nos ditados ou em exercícios de ortografia (no caso da regra aprendida, não nas outras palavras);
– Fazer contratos com a criança quanto ao número de erros ou à natureza dos mesmos. Por exemplo: “Hoje não quero erros no a/à, mais tarde, pedir-lhe que faça o acordo dos plurais simples;
– Se bloqueia na escrita, deve encorajá-lo a escrever textos pessoais dizendo-lhe que a ortografia não será avaliada (por ex: pedir-lhe para inventar uma história de quatro linhas, diferente todos os dias, em vez de lhe dar exercícios gramaticais, durante um determinado tempo);
– Dividir o texto e acentuar as referências visuais;
– Permitir-lhe sublinhar ou fazer marcas no texto;
– Ajudá-lo na sua forma de “fazer” (ou palavra a palavra ou então letra a letra).

*Gramática


Quando o aluno
Identifica frases e tipos de frases; distingue grupo nominal e verbal, nome, adjectivo, determinante, gênero e número…;
Mas… não compreende o vocabulário mais elaborado; confunde, por exemplo, “palavra” e “nome”.

O professor deve
– Simplificar as instruções (torná-las progressivamente mais complexas);
– Aceitar que ele só aprenda parte de uma regra gramatical;
– Evitar fazê-lo decorar regras do gênero: “O adjectivo qualificativo qualifica o nome”, neste caso não explica nada, não é dado sentido;
– Evitar explicações como: “ O adjectivo pode suprimir-se” – o disléxico pode suprimir tudo, não havendo para ele qualquer problema;
– Verificar se compreende e distingue o sentido dessas palavras.

*Conjugação


Quando o aluno
Distingue passado, presente e futuro; faz a concordância do verbo; faz conjugações;
Mas… denota dificuldades frequentes na orientação temporal,

O professor deve


– Não contabilizar os erros nos sons ou os erros de ortografia, se escreveu corretamente a terminação e se fez a concordância;
– Orientá-lo na identificação dos indicadores de tempo, ajudá-lo e pedir-lhe para os sublinhar;
– Ensinar-lhe os verbos menos complexos ao nível da ortografia e que sejam mais vezes utilizados para que possa encontrar mais facilmente a terminação.

*Vocabulário


Quando o aluno
Encontrar palavras da mesma família, antônimos, distinguir os homônimos…; utilizar o dicionário; colocar palavras por ordem alfabética;
Mas… confundir os sons o que ocasiona confusões de sentido (perfeito/prefeito, erupção/irrupção, há/à/a…); tiver dificuldade em encontrar e localizar a palavra na página; dificuldades nas referências espaciais e temporais (antes, depois…).

O professor deve
– Não contabilizar os erros se a definição estiver correta;
– Ajudá-lo a procurar as palavras no dicionário e propor-lhe um alfabeto escrito que irá colocar no seu dicionário.

*Expressão Escrita


Quando o aluno
Construir uma frase, aumentá-la, reduzi-la, pontuar; comentar uma imagem, continuar uma frase ou uma história, ordenar e escrever um texto;
Mas… revela problemas com o tempo, com as sucessões; tem dificuldade em orientar-se no texto e compreendê-lo; bloqueia perante a escrita devido às dificuldades.

professor deve
– Ajudá-lo a compreender o que lhe é pedido e a estruturar as suas ideias;
– Não deverá contabilizar os erros nem sublinhá-los.

*Escrita


Quando o aluno
Escrever legivelmente, fizer a pontuação, colocar os acentos e as maiúsculas;
Mas…como na maioria dos casos é disgráfico, não se sente à vontade com a escrita; não respeita as grandezas devido à sua dificuldade de representação no espaço.

O professor deve
– Insistir com os pais para vigiarem a forma como o aluno segura no lápis, visto a mesma ter muita importância na percepção dos ritmos (ponto fraco dos disléxicos);
– Voltar a explicar o trajeto das letras;
– Ser paciente face à sua grafia e ao seu lado desorganizado/confuso;
– Aceitar as rasuras (que são autocorreções) e a sua apresentação pouco cuidada;
– Não deverá arrancar-lhe as páginas do caderno.

*Composição


Quando o aluno


As mesmas dificuldades encontradas na expressão oral aparecem igualmente na escrita; apresenta desrespeito pela sintaxe; nível de língua demasiado familiar; vocabulário elementar e repetitivo; má utilização dos tempos verbais; falta de pontuação; acentuação deficiente; não sabe delimitar as diferentes partes de um texto (introdução, desenvolvimento e conclusão), encadear e estruturar cronologicamente o seu discurso; perde muito tempo com as dificuldades ortográficas.

O professor deve
– Privilegiar o conteúdo em relação à forma;
– Fazer exercícios de estilística;
– Ajudá-lo a organizar as ideias de um texto;
– Não o penalizar pela ortografia.

*Matemática


Quando o aluno
Revela dificuldades em ler enunciados com palavras complexas, como adjacentes, circunscritas, paralelograma…; inverte os signos, os algarismos, sem contudo errar os resultados; troca com frequência os sinais > e <; manifesta dificuldades em seguir um raciocínio lógico; inverte as referências em geometria: em cima, em baixo, direita, esquerda…; confunde as letras que designam um ângulo ADC por ABC; denota problemas de visualização e organização espacial; mostra falta de rigor e cuidado.

-O professor deve

– Permitir-lhe chegar ao resultado correto mesmo que a forma de o fazer seja diferente da ensinada;

– Aconselhar uma reeducação lógico-matemática;

– Compreender que pode inverter os sinais mas fazer um cálculo correto;

– Ter em conta não o resultado mas também o raciocínio, valorizando os progressos e os sucessos;

– Ensinar-lhe a fazer desenhos e esquemas para a resolução de alguns problemas.

*Línguas Estrangeira: Inglês/Francês

Encontramos as mesmas dificuldades detectadas na língua materna ao nível da leitura, da ortografia, da conjugação verbal, da gramática e da composição. No Inglês há sempre maior dificuldade.

-Quando o aluno

Denota dificuldades em associar a ortografia ao som devido ao pouco hábito em ouvir novos sons e ver novas grafias; confunde a audição de sons muito próximos mas com grafia e significados diferente; tem algumas dificuldades nas letras não pronunciadas mas escritas e nas regras de concordância, diferentes da língua materna,

O professor deve

– Trabalhar a pronúncia (mesmo que seja de forma exagerada), sobretudo nas primeiras semanas de aprendizagem.

*História e Geografia

-Quando o aluno

Demonstra dificuldades nos problemas cronológicos (por ex: antes e depois de Cristo, porque o cálculo não se faz da mesma forma que para a contagem dos anos); inverte datas e números; revela dificuldades de localização nos esquemas e compreensão das escalas, de memorização, de ortografia de palavras estrangeiras e mesmo dificuldades de redação na expressão escrita.

-O professor deve

– Utilizar a apresentação visual, como frisos cronológicos;

– Ajudá-lo a elaborar um plano da lição para poder estudar;

– Valorizar qualquer progresso ou sucesso;

– Fazer esquemas utilizando cores.

*Ciências da Natureza/Biologia

-Quando o aluno

Revela dificuldades nas palavras complexas (por ex: clorofila, diafragma…); inverte ou não compreende os esquemas; tem dificuldades de memorização,

-O professor deve

– Não descontar pelos erros ortográficos;

– Valorizar qualquer progresso ou sucesso.

*Ciências Físico-Química

-Quando o aluno

Revela dificuldades no vocabulário; inverte as referências (por ex: na eletricidade inverte os polos); faz inversão lógica; demonstra dificuldades em memorizar os símbolos e as fórmulas.

-O professor deve

– Não descontar pelos erros ortográficos;

– Valorizar qualquer progresso ou sucesso.

*Educação Tecnológica/Educação Visual

-Quando o aluno

Revela problemas de orientação espacial; dificuldades nos trabalhos manuais; problemas de esquematização e espaciais; dificuldades na organização e planificação,

-O professor deve

– Apoiá-lo o mais possível (ou pelo professor ou pelos colegas), nas tarefas onde apresenta maiores dificuldades;

– Valorizar qualquer progresso ou sucesso;

– Ajudá-lo a organizar o plano de trabalho.

*Educação Musical

-Quando o aluno

Revela dificuldades no solfejo; problemas de audição, confusão dos sons e das linhas da pauta e das claves; dificuldades na reprodução e memorização de ritmos.

-O Professor deve

– Apoiá-lo o mais possível (ou pelo professor ou pelos colegas), nas tarefas onde apresenta maiores dificuldades.

– Valorizar qualquer progresso ou sucesso.

*Educação Física

-Quando o aluno

Demonstrar dificuldades em memorizar as sequências; problemas de lateralidade e de esquema corporal; dificuldades de coordenação motora, espacial e temporal; problemas de ritmo.

-O professor deve

– Verbalizar durante a aprendizagem das sequências;

– Explicar individualmente os exercícios ao aluno, antes da sua aplicação;

– Valorizar qualquer progresso ou sucesso.

 

Fonte: João Pereira 05

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Publicado em agosto 15, 2012, em Artigos e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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